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490 Poemas em Português: a coleção de poemas publicados em Português |
Hoje eu te quero pra mim
Preciso dos teus carinhos
Quero os abraços sem fim
Beijos de tua boca carmim
Hoje eu te
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Amor a vida tem pressa
Porque tudo é passagem
Quando menos se espera
Sucumbem as paisagens
Ouçamos o canto de paz
A embalar nossos sonhos
Provemos a terna alegria
Para que viver tristonho
Rodeia- nos a natureza
Perceba amor a
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Preciso ouvir uma canção de paz
Que acalente sem pressa a alma
Partitura desenhada nas estrelas
Capaz de iluminar o existir vazio
Preciso ouvir uma canção de paz
Que acalente sem pressa a alma
Terna como Lullaby de
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Veste minha alma o manto de tristeza
Alinhavado com a solidão desmedida
De onde brotam as lágrimas sentidas
Estrada espinhosa do coração guarida
Horas estáticas no relógio da saudade
Desfilam lentamente
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Pobre coração pulsas descompassado
Perdido entre mil sonhos naufragados
Outrora batia ternamente apaixonado
As lágrimas salgadas que o rosto banha
Salpicavam de orvalho o cetim do leito
Quando o amor era um sonho
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Quando triste a alma faz silêncio
Prova o gosto amargo da solidão
Fragmentos do que foi felicidade
No tablado solitário da saudade
Agarra as lembranças esmaecidas
Sente a luz primaveril da alegria
Prova o sol aquecendo
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Grita no peito a saudade
Rasga sem pena a alma
Devora o equilíbrio
Afasta de vez a calma
Arrastam- se as correntes
Agonizante presente
Sonhos caiados de cinza
Trituram a esperança
Fragmentos de ilusão
Vestidos de
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Teu sorriso é luz que desperta a alma
Terna sinfonia que o meu ser acalma
Caminho florido de estrelas adornado
Onde passeia meu coração acordado
Teu sorriso tem do arco-íris as cores
Perfume de primavera, mil
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Silêncio sepulcral que a dor propaga
Frias paredes de lágrimas banhadas
Cenário cinza das longas madrugadas
Leitos desalinhados no fel da insônia
Angustiante vazio cravejado de dor
Pobres corações
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Estrelas Reluzentes
De arredio coração teimas sonhar
Na insana multiplicação do querer
Quando amarga a solidão no viver
Vestes- te da fina seda da esperança
Divagando entre estrelas reluzentes
À
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Silenciosa vigília corta as madrugadas
Fria expectadora à espreita da solidão
Cenário amorfo da dolorosa desilusão
Entre frestas de janelas emperradas
Sopra o vento da saudade incontrolada
Salpica a dor
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trema a terra
chorem as nuvens
revolte- se o mar
e ribombe o céu
não há mais
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Posso contar sem pressa as horas
Nas veladas madrugadas solitárias
Permeadas de lágrimas e saudade
Vazio que faz escuro os cenários
Mortas noites arrastadas na dor
Dolorosa renúncia de ter um amor
Imagens
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Caminhos outrora floridos
Sobram as mortas floradas
Espalhadas, soltas ao vento
Perfume de desalento
Rosas carmins cor de vida
Morreram ainda botão
Restaram apenas espinhos
Na tela da desolação
Secou da fonte a
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Vaga minha alma nas lentas madrugadas
Tece a tristeza do hoje com fios do ontem
Novelos de solidão,
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Percorrem os leitos longas madrugadas
Espreitando almas de afeto abandonadas
Solitárias rotinas nas lágrimas banhadas
Angústia crava na existência a dor calada
Repetitivas preces em busca de um
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Percorre os leitos as longas madrugadas
Espreitando almas de afeto abandonadas
Solitárias rotinas nas
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Solidão és a amiga de sempre
Nos braços da eterna saudade
Fazes a minha alma indigente
Neste ontem de eternamente
Quem dera voltar ao passado
Ter você amor ao meu lado
Mais sei que jamais voltarás
Resta o pranto a
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Ensandecida esta fome voraz de afeto
Revelada entre as paredes de concreto
Nas estáticas madrugadas silenciosas
Calando na entranhas da alma a prosa
Insuportáveis abraços perdidos no vazio
Dispersos nas horas mortas do
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Realidade esta queda brusca dos véus
Sonhos despedaçados perdidos ao léu
Fincados no peito pontiagudos espinhos
Nós embaraçados entre os pergaminhos
Diante do descortinar do escuro cenário
Recolhe- se o
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Amor eterno quando a minha alma só ficar no escuro
Quando chegar o trágico momento do último suspiro
Saiba amor que seguirei pensando unicamente em ti.
Na verdade morri quando inexplicavelmente partistes.
Os escritos que minha
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Rendo- lhe mãe neste dia
Mais que uma simples homenagem
Rendo- lhe mãe a gratidão
Que me ensinaste a praticar
Na paz deste meu coração
Rendo- lhe mãe o reconhecimento
Por tuas noites mal dormidas
Por
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Aconchega- me amor em teu terno abraço
Permita- me delirar sem pressa de acordar
Ensina- me todos os tempos do verbo
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me aconchego aos Teus braços
sinto nEles o Teu amor
pois me deste de favor
e levaste embora a dor
precisava deixar escrito
aqui, nesta página da minha vida
que sem Ti não sei viver
e é Teu todo o meu ser
Te
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Cato os sonhos espalhados
As lembranças esmaecidas
A dor da esperança perdida
A nostalgia amarga despida
Cato espinhos da melancolia
O ácido gosto de um adeus
As penas das surdas preces
A angústia que a paz
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Chuva que cai de mansinho
Recolhendo os passarinhos
Traga o amor e o carinho
Para o aconchego dos ninhos
Chuva que abunda os rios
Rumo ao profundo oceano
Carregue a dor e o pranto
Faça renascer o encanto
Chuva que o amor aproxima
Banhe
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Afague- me amor em teus braços
Acolha sem medida meus sonhos
Minha alma precisa deste regaço
Faz- me tão bem os teus abraços
Esqueça a tormenta que te assola
Quero entregar- te meu amor agora
Alcançaremos
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Levante a cabeça, siga em frente
Senão a vida arrasta a gente
Nada de brigas, ou confusão
Escute sempre a voz do coração
Levante a cabeça, siga em frente
Porque o tempo é menino apressado
Sem se dar
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Sob o céu de luz bordado
Entregaste- me uma estrela
Junto dela um pergaminho
Escrito pra ti com carinho!
Naquele momento eterno
Enlaçamos nossos braços
Em um demorado abraço
Até o Sol fazer
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Passa o tempo na janela
Carrega consigo o ontem
Passos longos apressados
Desligado dos compassos
Passa apressada a vida
Páginas rasgadas doridas
Entremeadas de amor
Por vezes de dissabor
Passa o ideal dos sonhos
Impossíveis de
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490 poesie pubblicate in Portoghese. In questa pagina dal n° 211 al n° 240.
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